O cineasta Paul Haggis chegou a um acordo judicial para encerrar um processo de agressão sexual movido pela ex-relacionista Haleigh Breest. O acordo foi homologado e estipula um pagamento de aproximadamente 2 milhões de dólares, encerrando uma batalha legal que começou em 2017.
Haleigh Breest entrou com a ação no contexto do movimento #MeToo, que ganhou destaque mundial. Ela acusou Haggis de estuprá-la e forçá-la a realizar sexo oral após uma estreia de filme em janeiro de 2013. Em 2022, um júri em Nova York decidiu a favor de Breest, concedendo uma indenização de 10 milhões de dólares. Com honorários advocatícios e juros, o valor total poderia superar 13 milhões.
Durante o julgamento, Breest testemunhou sobre a experiência traumática, afirmando que repetidamente disse “não” e “pare” enquanto sofria a agressão. Ela descreveu Haggis como alguém que parecia desfrutar da situação, relatando que ele “parecia o diabo” e que suas palavras de recusa apenas intensificaram a situação de medo.
Haggis, que sempre negou as acusações, contra-processou Breest, alegando que ela estava tentando extorqui-lo. Ele também levantou a hipótese de que as denúncias eram uma retaliação da Igreja da Cientologia, da qual é ex-membro, mas não apresentou provas concretas para sustentar suas alegações.
Após a condenação, Haggis afirmou que havia esgotado seus recursos financeiros na tentativa de limpar seu nome. Ele declarou que continuaria lutando até o fim. Em 2024, seus recursos foram oficialmente retirados. Até março daquele ano, Haleigh Breest havia conseguido receber apenas 61 mil dólares do montante total da condenação. O novo acordo, firmado em 2026 e descrito como uma resolução amigável, encerra definitivamente este caso judicial.
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