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Anvisa proíbe azeite ouro negro e determina recolhimento de sal Kinino

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu retirar do mercado brasileiro, em 2025, alguns produtos que chamaram atenção por suas promessas e pela falta de informações sobre a sua segurança. Entre eles, estão um azeite de oliva rotulado como extra virgem, um famoso sal do Himalaia e um chá que era vendido com a aura de milagre. Tudo isso gerou questionamentos sobre a origem, qualidade e impacto desses itens na nossa alimentação diária.

O que rolou com o azeite extra virgem Ouro Negro?

O azeite extra virgem Ouro Negro foi banido de forma definitiva no Brasil devido à falta de clareza sobre sua origem. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) não conseguiu identificar de onde vinha o produto, levando à sua desclassificação. Além disso, a empresa que constava como importadora, a Intralogística Distribuidora Concept Ltda, tem seu CNPJ suspenso na Receita Federal. Ou seja, sem um responsável legal, esse azeite se torna um potencial risco para a saúde. Assim, a orientação é clara: quem tiver o produto em casa deve parar de usá-lo imediatamente.

E os 13 lotes de sal do Himalaia Kinino?

No caso do sal Kinino, a situação é um pouco diferente. A Anvisa suspendeu 13 lotes de sal do Himalaia moído que estão em embalagens de 500 g e têm validade até março de 2027. A própria fabricante percebeu problemas e avisou a Anvisa para iniciar um recall. Análises feitas revelaram que esses lotes apresentavam um teor de iodo menor do que o exigido por lei. Essa deficiência pode causar problemas de saúde, como bócio e até afetar o desenvolvimento neurológico de fetos durante a gestação. Por isso, o sal foi suspenso, mas outros produtos da mesma marca continuam à venda normalmente.

Detalhes sobre os lotes de sal suspensos

A Anvisa listou os lotes de sal do Himalaia Kinino que devem ser retirados do mercado. A lista é importante para orientar consumidores e comerciantes. Os lotes afetados são os seguintes, e todos têm validade até março de 2027:

  • MAR 257 1
  • MAR 257 2
  • MAR 257 3
  • MAR 257 4
  • MAR 257 5
  • MAR 257 6
  • MAR 257 7
  • MAR 257 8
  • MAR 257 9
  • MAR 257 10
  • MAR 257 11
  • MAR 257 12
  • MAR 257 13

Por que o “Chá do Milagre” foi proibido?

Outro produto que caiu na malha fina da Anvisa foi o chamado “Chá do Milagre”, também conhecido como “Pó do Milagre”. Esse chá foi proibido por diversos motivos: não tem informações claras sobre sua composição, não se sabe quem fabrica e não há dados de qualidade que garantam sua segurança. Esse chá estava sendo promovido principalmente nas redes sociais, prometendo emagrecimento, combate à ansiedade, prevenção de câncer e até aumento da libido, mas sem qualquer registro como medicamento. Isso é bem perigoso, pois pode levar as pessoas a adiar diagnósticos médicos ou a interromper tratamentos importantes.

Como se proteger de produtos proibidos pela Anvisa?

Essas situações mostram a importância de ficar atento e seguir algumas dicas práticas ao comprar alimentos e bebidas. Isso ajuda a garantir a sua segurança e a da sua família. Aqui vão algumas sugestões:

  1. Leia os rótulos com atenção: Confirme o CNPJ, a origem, a validade, o número do lote e as informações nutricionais.

  2. Consulte fontes oficiais: Acompanhe as publicações da Anvisa e dos órgãos locais sobre produtos suspensos.

  3. Desconfie das promessas exageradas: Fuja de produtos que parecem ter soluções milagrosas ou que prometem curas quase instantâneas.

  4. Guarde os comprovantes de compra: A nota fiscal pode facilitar um eventual processo de troca ou devolução.

  5. Comunique irregularidades: Se desconfiar da autenticidade ou segurança de algum alimento, denuncie para a vigilância local ou para a Anvisa.

Ficar de olho nesses detalhes pode ajudar a evitar surpresas desagradáveis. Afinal, a saúde deve ser sempre a nossa prioridade!

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