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    Ligando para o 911 no celular

    Se um dia você precisar ligar para o 911, fique tranquilo! Você pode fazer chamadas de emergência mesmo sem sinal ou chip de celular. Desde a Lei de Comunicações sem Fio e Segurança Pública de 1999, essa possibilidade é garantida.

    Uma parte dessa lei exigiu que a Comissão Federal de Comunicações (FCC) tornasse o 911 o número de emergência universal para todos os serviços telefônicos. Por isso, os celulares podem mostrar mensagens como “apenas SOS” ou “apenas chamadas de emergência” quando o sinal tá fraco.

    Porém, tem um detalhe: as chamadas feitas de celulares sem serviço não conseguem enviar sua localização automaticamente para o centro de atendimento. Além disso, se a ligação cair, eles não podem te devolver a chamada. Isso cria um problema.

    Um efeito desagradável é que aumenta o número de trotes feitos de celulares sem serviço, já que essas chamadas são praticamente impossíveis de rastrear. Muitas vezes, crianças com celulares sem chip acabam fazendo ligações erradas para emergências.

    As centrais de atendimento precisam averiguar se realmente há uma emergência. Por isso, essas ligações podem ser uma carga para o sistema. Então, use esse recurso com responsabilidade se precisar. Apesar disso, é uma melhora em relação ao sistema antigo, que exigia que as pessoas decorassem números específicos de polícia ou bombeiros.

    O 911 foi escolhido como número de emergência pela AT&T.

    A ideia de um número de emergência nacional surgiu em 1957. Na época, a Associação Nacional de Chefes de Bombeiros sugeriu criar um número único para reportar incêndios. Levou mais uma década para a FCC se reunir formalmente com a AT&T sobre isso.

    Em 1968, a empresa definiu o 911 como os dígitos escolhidos. Esse número foi selecionado por alguns motivos. O 911 é fácil, curto e rápido de discar. Além disso, nunca tinha sido usado em outro contexto antes de ser implantado.

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