A Ponte Rio Negro, conhecida oficialmente como Ponte Jornalista Phelippe Daou, é uma das obras de infraestrutura mais impressionantes da Amazônia. Inaugurada em 2011, essa ponte estaiada conecta Manaus ao município de Iranduba, atravessando o Rio Negro. Com ela, um trajeto que antes dependia de balsas e demorava até uma hora agora é feito em apenas 5 a 10 minutos de carro. Uma verdadeira revolução na mobilidade da região!
O que torna a Ponte Rio Negro a maior ponte estaiada do Brasil?
Quando falamos de ponte estaiada, nos referimos a estruturas que têm o tabuleiro sustentado por cabos de aço que se prendem a torres principais. No caso da Ponte Rio Negro, esse conceito foi elevado a um novo patamar. Com aproximadamente 3,6 km de extensão, ela é a maior do Brasil nesse estilo.
Localizada sobre um dos rios mais importantes da Amazônia, a ponte faz parte da Rodovia Manoel Urbano. Antes dela, as balsas levavam de 40 a 60 minutos para fazer a travessia. Agora, é tudo muito mais rápido e prático. Vale conferir alguns dados sobre a estrutura:
- Nome oficial: Ponte Jornalista Phelippe Daou
- Localização: Manaus
Iranduba (AM), Brasil - Tipo: Ponte estaiada (cabo-sustentada)
- Comprimento total: 3.595 m
- Largura: 20,7 m (convencional) / 22,6 m (estaiada)
- Altura do mastro: 103 m
- Inauguração: 24 de outubro de 2011
- Valor da obra: R$ 1,099 bilhão
Os impactos da Ponte Rio Negro na logística e economia local
A Ponte Rio Negro transformou a logística da região metropolitana de Manaus, eliminando a dependência das balsas. Com o acesso facilitado, o transporte de pessoas e mercadorias se tornou muito mais previsível. Isso não só encurtou as distâncias, mas também permitiu um aumento nas capacidades de transporte. E as mudanças são visíveis:
- O tempo de travessia entre Manaus e Iranduba caiu drasticamente.
- O fluxo de mercadorias entre cidades vizinhas, como Manacapuru e Novo Airão, aumentou.
- Áreas antes consideradas periféricas agora estão valorizadas.
- Atividades turísticas, agrícolas e de serviços locais também ganharam força.
Desafios enfrentados na construção da ponte
Construir a Ponte Rio Negro não foi uma tarefa fácil. Um dos principais desafios foi a acidez da água do rio, que poderia afetar as estruturas de concreto. Para garantir a durabilidade, utilizou-se pozolana, um material que melhora a resistência do concreto. Além disso, o tamanho e a força do Rio Negro demandaram estudos detalhados sobre a correnteza e as variações do nível da água ao longo do ano.
As torres e cabos da ponte foram desenhados para suportar ventos fortes e as fortes correntezas, tornando a obra um verdadeiro exemplo da engenharia aplicada na Amazônia.
A influência da Ponte Rio Negro no planejamento urbano
Mais de dez anos após a sua inauguração, a Ponte Jornalista Phelippe Daou continua a ser um elemento chave no planejamento urbano do Amazonas. Ao conectar Manaus à margem esquerda do Rio Negro, a ponte estimula o desenvolvimento de novas áreas e integra regiões antes isoladas.
Ela também se tornou um símbolo visual, frequentemente usada em campanhas de marketing e promoções turísticas, associando a ponte à modernização da Amazônia e ao potencial da região para novos projetos de infraestrutura.
Perguntas frequentes sobre a Ponte Rio Negro
- A Ponte Rio Negro tem pedágio? Não, a ponte não possui cobrança de pedágio, facilitando o tráfego diário entre Manaus e Iranduba.
- E quanto a pedestres e ciclistas? A ponte foi projetada principalmente para veículos, mas a configuração das faixas pode mudar conforme as normas locais.
- Qual a altura da ponte? A altura foi pensada para permitir a passagem de grandes embarcações no Rio Negro.
- A Ponte Rio Negro ajuda o turismo? Com certeza! O acesso facilitado aumentou o número de visitantes nos municípios próximos, abrindo novas possibilidades para roteiros que incluem praias, comunidades ribeirinhas e áreas de natureza.
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Iranduba (AM), Brasil